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Vovó na Rede: estão abertas as vagas para novo projeto de educação digital da SEDUC

Iniciativa visa possibilitar a inclusão digital da melhor idade por meio de cursos em escolas da Rede.



Estão abertas as vagas para o novo projeto da Secretaria de Educação de Campina Grande (Seduc), o projeto Vovó na Rede. O projeto vai atender o público da melhor idade nos laboratórios de informática das escolas municipais. O objetivo é democratizar o acesso à educação digital e possibilitar inclusão para pessoas da terceira idade, cujos netos estão matriculados na rede municipal de ensino.

São oferecidas 75 vagas, em cinco escolas municipais, uma em cada zona da cidade e uma no distrito de Galante. Para se inscrever é preciso ser familiar de uma criança que estude na rede municipal, e ter mais de 60 anos. O projeto vai percorrer todas as regiões da cidade, sendo que a cada 45 dias será anunciada uma nova rodada de escolas.

“O projeto é destinado aos avós dos estudantes e visa trazer letramento digital para que esses idosos que, ao longo da vida não tiveram acesso ao uso da tecnologia, possam até mesmo ajudar aos netos e aos filhos dentro do processo educacional. É um projeto inovador que vai percorrer todas as zonas da cidade”, disse o secretário municipal de educação, Raymundo Asfora Neto.

As aulas acontecerão nas escolas do município, com o uso dos chromebooks que fazem parte dos laboratórios móveis de informática. Serão disponibilizadas oportunidades na semana no turno da noite e, aos sábados, durante o dia. As inscrições serão presenciais, até dia 16 de maio, nas escolas que receberão o Vovó na Rede. Inicialmente o projeto acontecerá em cinco escolas municipais, atendendo a cada zona da cidade, com turmas de 15 alunos. São elas:

EMEF Laura Meneses – distrito de Galante
EMEF Maria das Vitórias – bairro das Cidades
EMEF Raymundo Asfora – Serrotão
EMEF Aroldo Cruz – Liberdade
EMEf Doutor Chateaubriand – José Pinheiro

O gerente de estatística e informática, Cayque Silva, explica que, inicialmente, o projeto atenderá turmas com até 15 pessoas. “Procuramos atender cada zona da cidade e vamos utilizar os nossos laboratórios móveis de informática para essas aulas. As turmas serão pequenas, tendo em vista que a gente busca oferecer um suporte individual maior”, explica.

“A ideia é trazer as famílias dos estudantes para dentro das escolas com oferta de conhecimento. Os cursos são na área de informática, com o objetivo de estimular a autonomia do público-alvo para que possa executar atividades cotidianas sem que precise terceirizar o acesso a apps, por exemplo. A gente traz uma ideia de aproximação à família dos nossos alunos. É um meio de trazer as famílias pra dentro da escola, mas claro, ofertando conhecimento a elas. Então a gente busca um público de vovôs e vovós da Rede. Basta que o aluno esteja matriculado na rede do município e esse interessado vai poder se matricular nos cursos”, detalha Cayque Silva.

Codecom

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