Hospital Pedro I apresenta menor taxa de ocupação no ano e prédio principal passa por reformas

O Complexo Hospitalar Municipal Pedro I alcançou a menor taxa de ocupação desde o início do ano. A maior referência em tratamento de pacientes com covid-19 da Paraíba tem ocupação hoje de pouco mais de  10 leitos de enfermaria e 12 de UTI, o que representa 9% de ocupação da enfermaria e 20% da Unidade de Terapia Intensiva.

Com isso, a unidade hospitalar está com 143 leitos vagos. Todos os pacientes estão internados no Hospital de Campanha, que tem capacidade de 50 leitos. Dessa forma, a Secretaria de Saúde de Campina Grande iniciou uma série de reformas e melhoramentos no prédio principal do Complexo, que não está com nenhum paciente no momento.

A UTI do prédio antigo foi completamente reformada, ganhou novo piso, nova estrutura de iluminação, parte hidráulica e remodelação, de modo a permitir a visualização dos dois salões da UTI com uma ilha de enfermagem no meio. A unidade foi reformada pela última vez em 1991, portanto, há 30 anos. Já o centro cirúrgico está sendo reformado e ampliado. O espaço vai passar de quatro para cinco salas de cirurgia e novo centro de esterilização.

O objetivo da Secretaria de Saúde é reservar uma parte do hospital para o atendimento aos pacientes com covid-19 e utilizar a maior parte do espaço para transformar em uma unidade portas abertas de atendimento em urgência para algumas patologias, de cirurgias eletivas e de exames de imagem. “A expectativa é termos um hospital de urgência e emergência para a cidade com foco em atendimentos como apêndices, problemas abdominais, cirurgias que já realizamos na unidade”, disse o secretário municipal de Saúde, o médico Gilney Porto.

O Complexo Hospitalar Municipal Pedro I já tratou mais de 3 mil pessoas de dezenas de municípios paraibanos e de outros estados. Por ser o único hospital de referência em covid-19 do Estado com atendimento espontâneo, a unidade já chegou a atender até 700 pessoas por dia.

Codecom

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