Gerente da Gevisa revela legitimidade em interdição do Bar do Cuscuz e rebate críticas de proprietário

 

Betânia da Gevisa diz que interdição do Bar do Cuscuz foi legítima

A gerente da Vigilância Sanitária (Gevisa), Betânia Araújo, esclareceu na manhã desta terça-feira, 18, sobre a interdição do Bar do Cuscuz, que ocorreu na noite de ontem. De acordo com ela, o bar foi legitimamente autuado em virtude do descumprimento das normas de segurança, inclusive sendo reincidente no quesito de aglomeração.

“Quando o estabelecimento descumpre as normas a gente multa e depois interdita. No caso do Bar do Cuscuz, ele desrespeitou na questão de distanciamento e superlotação. Temos muita ponderação ao interditar um estabelecimento e recebemos muitas denúncias sobre este. Pedimos no sábado para retirar mesas do salão e no domingo estava do mesmo jeito”,  revelou.

Ainda de acordo com Betânia, este não é  um caso isolado, outros bares já forma interditados na cidade. Ela rebateu a crítica feita pelo dono do bar, quando ele disse que o estabelecimento estava sendo “bode expiatório”.

“Estamos desde o ano passado na Operação Previna-se fiscalizando. Este bar foi autuado três veses, notificamos alguns problemas e ele não apresentou defesa, quando o estabelecimento não cumpre as medidas a gente multa e depos interdita, fizemos isso com outros na cidade, no centro e também na periferia”, disse.

Sobre o valor da multa imposta ao Bar do Cuscuz, Betânia disse que vai ser avaliado.

“A multa pode ser de R$ 30mil a R$ 50mil”

Sobre a interdição, o prazo de cumprimento é  de sete dias, porém ainda de acordo com Betânia, antes desse período o que pode ser liberado e a modalidade de delivery.

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