Empresas de ônibus CG anunciam falência e preparam demissões em massa

Foto: Blog do Max Silva  

O diretor institucional do Sitrans, Anchieta Bernardino(foto),anunciou nesta segunda-feira (03) que empresas do setor, algumas com mais de 60 anos de atuação, poderão encerrar suas atividades nos próximos dias e demitir centenas de trabalhadores.

Operando com frota reduzida desde o mês de março, quando se iniciou o processo de isolamento social, a fim de se evitar o contágio do novo Coronavírus, as empresas que integram os consórcios Santa Maria e Santa Verônica devem demitir 200 profissionais até o final deste mês.

De acordo com Anchieta Bernardino, a queda brusca da receita das empresas por conta do baixo número de passageiros pagantes, desequilibrou o sistema, que atualmente opera com 55% da frota, transportando apenas 30% dos passageiros previstos.

Ele ressaltou que nos últimos 60 dias as empresas veem conversando com fornecedores e bancos visando rever pagamentos, renegociar empréstimos e financiamentos de veículos.

“Mas todo esse esforço não tem sido suficiente para garantir a sobrevivência das empresas”, afirmou Anchieta.

 

Foto: Blog do Max Silva

O diretor institucional do Sitrans, Anchieta Bernardino, anunciou nesta segunda-feira (03) que empresas do setor, algumas com mais de 60 anos de atuação, poderão encerrar suas atividades nos próximos dias e demitir centenas de trabalhadores.

Operando com frota reduzida desde o mês de março, quando se iniciou o processo de isolamento social, a fim de se evitar o contágio do novo Coronavírus, as empresas que integram os consórcios Santa Maria e Santa Verônica devem demitir 200 profissionais até o final deste mês.

De acordo com Anchieta Bernardino, a queda brusca da receita das empresas por conta do baixo número de passageiros pagantes, desequilibrou o sistema, que atualmente opera com 55% da frota, transportando apenas 30% dos passageiros previstos.

Ele ressaltou que nos últimos 60 dias as empresas veem conversando com fornecedores e bancos visando rever pagamentos, renegociar empréstimos e financiamentos de veículos.

“Mas todo esse esforço não tem sido suficiente para garantir a sobrevivência das empresas”, afirmou Anchieta.

 

(Blog do Max Silva)
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