Eleições 2020 em Pocinhos: vereador Memel Chaves não descarta uma candidatura do Prós

 

Durante live nas suas redes sociais, o vereador de Pocinhos, Memel Chaves(PROS), destacando que mesmo tendo sido um dos mais votados em 2016, com 824 votos, “não pode ser candidato de si só, mas sim de um grupo”. Memel diz que se um dia for chamado para entrar na disputa a prefeitura, que “não vai negar fogo”.

o vereador diz que esteve reunido juntamente com Hélio do Frango, que havia sido lançado pré-candidato do PROS em Pocinhos, mas desistiu da pré-candidatura. Memel diz que se reuniu com ele e seus correligionários, e que até o dia 16 de Setembro o cenário político pode mudar, e que “quem saiu da disputa pode voltar”.

“Ou a gente pode se unir com outra legenda ou pode ter o candidato do PROS. Mas sou partidário, sou do grupo, e o que o grupo decidir eu estarei companhando”, garantiu o vereador, que falou não ter pretensões de disputar a prefeitura de Pocinhos em 2024.

“Eu sou soldado do grupo. Eu não tenho pretensão em 2020, e nem tenho pretensão para 2024. Mas eu posso dizer que sou soldado do grupo. Um soldado não foge à luta, não foge à guerra. Eu quero ser vereador, não tenho pretensão para 2024, ainda, mas o futuro a Deus pertence”, disse Memel, dizendo que “só não vota em Galdino”.

“O objetivo em comum do grupo é não deixar o atraso voltar. E quando temos um objetivo comum, que é não deixar Galdino voltar para a nossa cidade, nós já temos 50% resolvido”, diz o vereador, sobre a possibilidade ou não do grupo todo marchar com a pré-candidatura de Emmanoel Pereira, do PDT.

Memel ainda lembrou da importância de que o grupo esteja unido, e relembrou a fidelidade política do saudoso vereador Assis de Caiana. “Assis, mesmo tendo a experiência de seis mandato, nunca fez questão de querer ser candidato a prefeito. Nem para ser presidente da Câmara ele queria, Era uma pessoa muito grupo”, afirmou.

SEM POLITICAGEM

Um dos exemplos citados, de como o município de Pocinhos têm sido prejudicado por questões políticas, é o Hospital. Inicialmente, a idéia, segundo o vereador era de de que o hospital fosse regionalizado, mas que em virtude da disputas políticas não aconteceu e nem vem acontecendo.

“Precisava apenas que as pessoas que foram votadas em Pocinhos deixem de politicagem barata, e se comprometesse a ajudar a cidade de Pocinhos. Ajudando ao hospital, ajudaria a todos nós”, pontua.

UNIÃO

Memel diz que em momento nenhum se pode dizer que o PROS em Pocinhos não cedeu, e a retirada da pré-candidatura de Hélio do Frango foi um exemplo disso. O vereador diz que o acordo no grupo era escolher o candidato do grupo através de pesquisa. “E quem quebrou esse acordo não fomos nós”, pontua.

“Quem sentou com o Padre Severino foi o PROS e o PDT. E quem quebrou o acordo não foi o PROS”, diz Chaves, pontuando que o seu partido nunca falou em ser uma terceira via, mas sim a candidatura daqueles que “não querem que Pocinhos volte para a turma do atraso”.

Assista a live abaixo:

Redação

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