CAGED: Bruno celebra desempenho diferenciado de Campina Grande na geração de empregos

Com 7.535 novos postos de trabalho formais, Município supera período anterior à pandemia, segundo dados do Ministério do Trabalho

Em Brasília, onde cumpre agenda até esta quinta-feira, 3, o prefeito Bruno Cunha Lima comemorou a manutenção dos bons resultados de Campina Grande na área de geração de empregos. Dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho, atestam que a cidade é destaque nacional na criação de postos de trabalho com carteira assinada.

Bruno Cunha Lima refere-se ao último relatório do Caged, que aponta: apesar das medidas restritivas impostas para contenção do vírus, ao longo de 2021, a cidade abriu 7.535 novos postos de trabalho formais, sendo o setor de Serviços o que mais empregou no acumulado do ano, com 5.020 novas vagas. O número é aproximado à quantidade de vagas abertas em todos os setores da economia produtiva durante o mesmo período do ano anterior (5.404).

“Sem dúvidas, isso não apenas mostra a garra de Campina Grande nos últimos dois anos de pandemia, como demonstra bons resultados da atual política econômica do Município, que se não pode ajudar, não atrapalha o setor produtivo”, destacou Bruno Cunha Lima, observando que, em tempos de crise, o que normalmente se percebe é a diminuição da oferta de empregos e o fechamento de empresas.

Ainda em 2021, constatou o prefeito, Campina Grande apresentou saldo positivo nos setores de Comércio (1.267), Construção Civil (668) e Indústria (598), segundo o Ministério do Trabalho e Emprego.

“Em 2020, primeiro ano da pandemia, quando os menos otimistas falavam em desemprego em massa, Campina Grande manteve seu histórico de capital do trabalho, com a geração de 5.404 empregos com carteira assinada, tendo o setor de Serviços, mais uma vez, se destacando com a maior abertura de vagas (4.180), seguido pela Indústria (1.441)”, registra Bruno.

Analisando os dados do ano de 2019, quando o Brasil caminhava para a recuperação econômica e o novo coronavírus não assustava, percebe-se a dificuldade que Campina Grande tinha, naquele momento, de gerar empregos e de manter os, até então, já existentes. No acumulado dos doze meses daquele ano, apenas os setores de Comércio (34) e Serviços (852) permaneceram estáveis, o que fez com que a cidade fechasse 171 postos de trabalho ao longo do ano.

Codecom

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