
O Ministério Público Eleitoral (MPE) emitiu um parecer contundente que desmonta a narrativa do candidato derrotado Jhonny Wesllys Bezerra Costa contra o prefeito reeleito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima. O documento, encaminhado ao Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), deixa claro que não há provas concretas para sustentar a acusação de abuso de poder político e econômico, demonstrando que a ação movida pela coligação de Jhonny é frágil e inconsistente.
De acordo com o parecer assinado pelo Procurador Regional Eleitoral, Renan Paes Felix, a denúncia apresentada pelo adversário de Bruno se baseia em alegações genéricas, sem qualquer evidência robusta que comprove irregularidades. O MPE destacou que a ação sequer trouxe testemunhas ou provas documentais suficientes para embasar a tese de que houve contratações irregulares para influenciar o pleito. A única “prova” apresentada foi um relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB), que, segundo o próprio Ministério Público, não é suficiente para configurar um abuso de poder eleitoral.
O parecer do MPE também enfatiza que a lei exige comprovação inequívoca para que uma ação desse tipo tenha sucesso, especialmente quando se pede a cassação de um mandato democraticamente concedido pela população. Como essa comprovação não existe, o Ministério Público recomendou que o recurso de Jhonny seja rejeitado.
O documento reforça a seriedade e a transparência da campanha de Bruno Cunha Lima, que venceu as eleições nas urnas e agora vê a Justiça Eleitoral encaminhar mais uma resposta firme contra tentativas infundadas de reverter a vontade popular.
O TRE-PB ainda irá julgar o caso, mas a manifestação do Ministério Público já aponta que as chances de sucesso da ação de Jhonny são praticamente nulas. Para a população de Campina Grande, o parecer apenas confirma o que já se sabia: a vitória de Bruno foi legítima e resultado da confiança do eleitorado em sua gestão.